Basta sonhar, para você viver em outro mundo, para você viajar por todos os lugares, para você ser o que bem entender, para você encontrar seu principe encantado, para você voar entre as nuvens, para você ser um personagem de um filme, para você ter o seu "Felizes para Sempre". Basta você acreditar, para tudo se realizar ^^
Olá, Niara, tudo bem? Sábado, dia 21 de setembro de 2013, fui à livraria Cultura, em Porto Alegre, procurar um livro chinês, muito antigo, muito raro, que trata da alquimia chinesa. Como eu já esperava, não o encontrei. Fizemos (eu e a vendedora) uma pesquisa com uma palavra chave e encontrei um título sugestivo. Para minha surpresa, o livro era uma tradução do texto chinês, feita por Jung. Fiquei exultante com a descoberta! Pedi a ela para que guardasse (pois eu não havia achado outros títulos que procurava) e disse que, dali a alguns minutos, voltaria para pegá-lo. Quando voltei, nova surpresa. Meu livro, que era o último exemplar, havia sumido. - Foi vendido há 40 minutos, senhor... – disse, constrangida, a vendedora que consultava o sistema – Não há como controlar isso... algum cliente deve ter mexido nas nossas coisas e pegado o livro... Fiquei um pouco atordoado. Mas não me chateei. Por um lado senti-me feliz: “Coloquei o livro nas mãos de alguém que estava procurando por ele” – pensei. Conto todas essas coisas porque hoje ocorreu-me outra coisa muito interessante: na sequência do meu trabalho abri, em uma biblioteca, um livro que eu já havia consultado, digitalizado, revirado, dez dias atrás e, hoje, encontrei nele uma carta, datada do dia 24 de maio de 2011, endereçada ao ”primeiro que abrir entre estas páginas” (páginas 632 e 633). E agora, quanto tempo você levará para encontrar esta carta virtual?
Olá, Niara, tudo bem?
ResponderExcluirSábado, dia 21 de setembro de 2013, fui à livraria Cultura, em Porto Alegre, procurar um livro chinês, muito antigo, muito raro, que trata da alquimia chinesa. Como eu já esperava, não o encontrei. Fizemos (eu e a vendedora) uma pesquisa com uma palavra chave e encontrei um título sugestivo. Para minha surpresa, o livro era uma tradução do texto chinês, feita por Jung.
Fiquei exultante com a descoberta! Pedi a ela para que guardasse (pois eu não havia achado outros títulos que procurava) e disse que, dali a alguns minutos, voltaria para pegá-lo.
Quando voltei, nova surpresa. Meu livro, que era o último exemplar, havia sumido.
- Foi vendido há 40 minutos, senhor... – disse, constrangida, a vendedora que consultava o sistema – Não há como controlar isso... algum cliente deve ter mexido nas nossas coisas e pegado o livro...
Fiquei um pouco atordoado. Mas não me chateei. Por um lado senti-me feliz: “Coloquei o livro nas mãos de alguém que estava procurando por ele” – pensei.
Conto todas essas coisas porque hoje ocorreu-me outra coisa muito interessante: na sequência do meu trabalho abri, em uma biblioteca, um livro que eu já havia consultado, digitalizado, revirado, dez dias atrás e, hoje, encontrei nele uma carta, datada do dia 24 de maio de 2011, endereçada ao ”primeiro que abrir entre estas páginas” (páginas 632 e 633).
E agora, quanto tempo você levará para encontrar esta carta virtual?